O que sobrou no corpo de quem limpou petróleo?
O óleo que sujou mais de 3 mil quilômetros de praia no Brasil em 2019 saiu da areia. Mas pesquisadores da UFBA e do IFSC reuniram três décadas de estudos sobre desastres com petróleo e encontraram um risco que não aparece nas estatísticas oficiais: pescadores, moradores costeiros e trabalhadores da limpeza correm maior risco de alguns tipos de câncer. E o adoecimento pode aparecer anos depois, quando essas comunidades já pararam de ser monitoradas
Fonte:
Silva, C. et al. Risco de câncer em comunidades e trabalhadores expostos a derramamento de petróleo: uma revisão de escopo. Rev Bras Saúde Ocup, v. 51, 2026.
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