O dono do Claude pediu pra indústria inteira frear a inteligência artificial.
Dois dias depois, quem respondeu não foi OpenAI, Google ou Meta.
Foi o governo da China.
Dario Amodei publicou um ensaio defendendo que os laboratórios diminuam o ritmo de avanço dos modelos por causa dos riscos que sistemas cada vez mais autônomos podem criar.
Só que o texto também defende manter as restrições de chips avançados e equipamentos de fabricação de semicondutores para a China.
E é aí que segurança de IA começa a virar geopolítica.
Porque, do ponto de vista chinês, pedir que todo mundo freie enquanto um dos lados continua limitado no acesso à infraestrutura mais importante da corrida não parece apenas uma medida de segurança.
Pode parecer vantagem competitiva.
A resposta veio da própria chancelaria chinesa, criticando alarmismo, confronto e competição em torno da IA.
E existe outra camada:
Sam Altman e Elon Musk também apoiaram a ideia de desacelerar.
Trump, por outro lado, rejeitou publ...
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