A segunda depois do 1º turno teve números de livro de história. 📈
Às 14h11 de ontem (05/10, horário de Brasília), o Ibovespa marcava 208,2 mil pontos, alta de 8,4% no dia, depois de passar dos 200 mil pela primeira vez e bater o recorde de 209,6 mil na máxima. No mesmo horário, o dólar comercial estava em R$ 4,99, queda de 4,4%, no menor nível desde maio.
Mas o movimento mais importante aconteceu com menos holofote: na curva de juros.
No mesmo horário, o DI de janeiro de 2028 estava em 12,57%, contra 13,51% na sexta. São 0,94 ponto percentual a menos em uma única sessão. Nos vencimentos mais longos a queda foi ainda maior: 1,39 ponto no DI de 2031 e 1,37 ponto no de 2035, com vários contratos batendo o limite diário de oscilação.
Vale separar as coisas: isso não é a Selic. A taxa básica segue em 13,75% ao ano. O DI futuro é o juro que o mercado cobra hoje para emprestar até cada vencimento. Ele embute a expectativa de cortes do Banco Central e o prêmio que o investidor exige pelo ...
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