Antes de fazer uma proposta, existe um documento que merece estar entre os primeiros da sua análise: a matrícula atualizada do imóvel.
Ela funciona como a ficha jurídica da propriedade.
É ali que você consegue verificar quem aparece como proprietário, como o imóvel está descrito, sua localização, área, eventuais vagas vinculadas e o histórico dos atos registrados.
Também é na matrícula que podem aparecer informações capazes de mudar completamente a leitura de uma oportunidade: hipoteca, penhora, usufruto, indisponibilidade, alienação fiduciária e outras restrições ou averbações.
Por isso, anúncio e matrícula precisam conversar.
A metragem divulgada corresponde ao registro?
A vaga anunciada está corretamente vinculada?
O proprietário que está negociando é realmente quem consta na matrícula?
Houve alguma averbação recente?
Existe algum ônus que precisa ser compreendido antes da proposta?
E existe outro cuidado importante: trabalhar com documento atualizado.
Uma certidão antiga...
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