Uma empresa brasileira está desenvolvendo um robô humanoide pra entrar antes da polícia em áreas de risco. 🤯
O nome dele é Arcanjo. Segundo a IPQ, empresa baiana por trás do projeto, ele tem 1,87 m e 89 quilos. No dia 8 de outubro, apareceu dançando ao vivo na TV. Parece brinquedo. Não é.
A proposta é que, numa incursão, ele entre na frente dos policiais com câmera e visão computacional: reconhecimento facial, leitura de placa, identificação de arma e de objeto suspeito. Tudo enviado em tempo real pra quem ficou na retaguarda.
O argumento é bom: menos gente exposta na porta de um lugar onde pode ter alguém armado.
Mas tem um detalhe. O corpo do robô é chinês. O que é brasileiro é o software, justamente a parte que olha e aponta.
E reconhecimento facial já tem histórico no Brasil. Num levantamento da Rede de Observatórios da Segurança sobre prisões feitas com essa tecnologia em 2019, entre os presos com cor identificada, 9 em cada 10 eram negros.
Por enquanto, o Arcanjo é uma pla...
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