Dois fatores principais podem ser apontados como predominantes para o que está acontecendo no RS: um, é a drástica alteração do uso e ocupação do solo de nossas bacias hidrográficas; o outro, são os novos regimes de chuvas que se apresentam cada vez mais intensos.
O primeiro dele nós podemos controlar, que é como a gente ocupa o solo onde a gente vive. Ou seja, se não tiver gente morando onde vai alagar, às perdas serão menores. Ou outro é o clima, que não temos controle.
Existem ainda aquelas áreas com grande densidade populacional, como Canoas e toda região metropolitana de Porto Alegre. Esses casos não tem jeito, só com grandes obras de contenção para manter essas estruturas urbanas.
Já pequenas cidades podem ser totalmente realocadas para fora das áreas de risco, e o Brasil tem expertise nisso em função dos grandes barramentos para produção de energia hidroelétrica realizados no passado.
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