As exportações brasileiras de grãos secos de destilaria (DDG e DDGS) registraram um aumento de 38,6% em 2026. Esses insumos, que são coprodutos diretos do processamento do etanol de milho, têm ganhado relevância técnica e econômica na pauta comercial do agronegócio nacional, com a China assumindo a liderança absoluta como principal destino.
O avanço no volume exportado é reflexo da expansão estrutural da indústria de etanol de milho no Brasil, que ampliou a capacidade de esmagamento e a consequente oferta do coproduto. Por possuírem alto teor proteico e energético, o DDG e o DDGS são componentes estratégicos na formulação de rações para nutrição animal.
A alta na demanda chinesa é explicada pela necessidade de suprir o seu vasto setor produtivo de proteína animal, com destaque para a suinocultura e a avicultura. A busca de Pequim por alternativas nutricionalmente eficientes e com custo-benefício favorável, em comparação aos farelos tradicionais, consolidou a preferência pelo insumo ...