Coerência com as expectativas dos outros versus coerência com nossa consciência.
Por sinal, na ética das virtudes, o certo, digamos assim, é agir em confirmidade com nossa consciência, conforme o que sabemos até então, mesmo que seja um saber falso que acabe nos levando a errar. Isso ao invés de seguir cegamente o que os outros defenderm ser o certo, mesmo que o certo deles seja de fato o certo.
A ética das virtudes defende essa linha porque seguir regras cegamente evita que adquiramos o hábito de tomar decisões pensadas, minuciosas, com base no conhecimento que temos até o momento; e de certa forma evita que a gente evolua nosso raciocínio pois:
1) Dificulta que assumamos a responsabilidade por nossas decisões e aprenda com elas, pois se acertamos ou erramos “estávamos só seguindo regras”;
2) Dificulta a compreensão do porquê acertamos ou erramos, pois só seguimos um script sem entender o porquê de ele gerar uma consequência tal.
Claro, é importante levarmos em consideração o ...