facebook pixel
Quando a morte chega, não é apenas um fim. É uma chamada para olharmos de dentro para fora. No México, o Día de los Muertos de 1 e 2 de novembro acolhe as almas que retornam, transforma a lembrança num ritual vivo de cores, flores e encontros. Aqui no Brasil, no nosso Dia de Finados, fazemos o caminho inverso: os vivos visitam os que partiram, honram laços e também põem em cena o legado que permanece. Na visão sistêmica, a morte não é uma interrupção, mas um movimento de transição — muda-se o lugar, mas não se apagam as conexões. Cada pessoa que parte permanece na rede familiar: como memória, como herança, como espaço ocupado que exige cuidado e lugar. Quando falamos com quem se foi, ou apenas lembramos, estamos restabelecendo ordem, respeitando o pertencimento e reconhecendo que amor e limite continuam além da presença visível. Que este vídeo mexicano nos inspire a acolher a morte como um guia de consciência: – Reconhecer que estamos ligados a algo maior do que nossa existência ...
https://www.instagram.com/p/DQjkjCPAFbB
Posted on Instagram ·

 302

 8

Not seeing views yet? Check back later!
    Suggested Credits

    Credits on Gondola describe each credited role and may be incomplete. A brand or featured person is not necessarily the creator.

    Tags, Events, and Projects