O divórcio não tem o poder de fazer uma família acabar. A separação ocorre no âmbito do homem e da mulher, de um casal que deixa de existir. Porém o papel de pai e mãe não se desfaz.
É importante que a criança não tenha contato com brigas e discussões. Quando o(a) filho(a) participa desses momentos, ele(a) tende a tomar partido de um dos pais e fica com raiva do outro responsável.
Esse conflito não é saudável, gera estresse e dificulta a convivência entre as partes. Independentemente de qual seja o motivo do término, a criança não pode tomar as dores do mais afetado. Afinal, aquelas pessoas sempre serão os pais dela. A separação ocorre somente entre o casal.
“Os filhos adquirem segurança interior e sentido claro de identidade quando aceitam e reconhecem ambos os pais como são. Sentem-se incompletos e vazios quando excluem um deles, ou ambos, de seus corações." Bert Hellinger
Marta Bordinassi – Psicopedagoga Terapeuta Familiar - Constelação Familiar
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